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Comportamento

Seja grato

Mais um fim de ano se aproxima e com ele vem as recordações sobre tudo o que o ano de 2018 nos proporcionou.

Recordações boas e aquelas não tão boas assim, mas que nos guiaram até aqui e nos moldaram de tal forma que hoje podemos dizer que somos uma pessoa melhor, ou talvez nem tanto (risos).

Acredito que analisando esse turbilhão de recordações, sejam elas boas ou más, o que me resta no final deste ano é ser grato.

Grato porque se chorei ou se sorri o importante é que eu vivi, eu vivi cada dia, cada oportunidade amando e sendo amado.

Tive a oportunidade de sentir o cheiro da chuva através do asfalto molhado, de poder sentir o cheiro do café todas as manhãs e o seu gosto amargo, não que eu goste do gosto amargo do café, mas pense que maravilha poder sentir o gosto amargo do café. E como é amargo! Eca!

Mas como esse gosto se torna doce depois que paro e penso que posso sentir esse gosto, o que significa que não só estive vivo para sentir como também tive saúde.

Tive saúde e disposição para acordar todos os dias, mesmo querendo ficar na cama, e ir trabalhar. Outra bênção maravilhosa, poder (ter) trabalhar. Quanta gente há meses, para não dizer há anos, esta sem emprego.

Foram tantas bênçãos este ano, desde as mais “comuns” como estar vivo e ter saúde para aproveitar a cada dia, até as mais “essenciais” como ter pessoas que eu amo ao meu lado e que puderam compartilhar comigo vários bons momentos e talvez outros nem tão bons assim (risos).

Penso nas várias metas conquistadas como ler mais livros, poupar e investir mais o meu dinheiro e passar mais tempo com quem amo. Assim como também deixei de conquistar outras metas como viajar para Bogotá/ Cartagena e aprender teclado (queria muito).

Mas tudo bem! Não estou triste porque mais um ano esta chegando e com ele novas conquistas, assim como as conquistas que ainda não alcancei e que tentarei alcança-las (viajar para Bogotá / Cartagena).

Bom, não sei como foi o seu ano, talvez tenha sido terrível! Mas sei que se você esta lendo esse post é porque você esta vivo, e se você esta vivo tudo é possível.

Independente de como foi o seu ano, se tiveram mais momentos ruins que bons, agradeça! Agradeça porque até mesmo nos momentos ruins aprendemos a viver.

Desde já agradeço a Deus e a todos ao meu redor que tanto amo por fazerem dessa minha singela jornada uma experiência maravilhosa.

Escolha ser livre.”

Estilo de vida

O lado negro da fast fashion

Estava eu em uma de minhas viagens à trabalho quando já jogado na cama do hotel, cansado, depois de dirigir por umas boas horas, resolvi assistir alguma coisa “útil” no Netflix, foi então que decidi assistir a um documentário.

E dentre vários documentários interessantes escolhi um que falava sobre moda, mas não sobre dicas de moda ou looks para o dia, mas sim o lado negro da força da moda, e que vem ficando cada vez mais forte nos últimos anos.

Esse documentário me fez ter várias reflexões que eu não poderia deixar de compartilhar com o mundo.

E uma reflexão que tive foi que independente do que seja, um  carro novo, um apartamento, uma viagem ou uma simples camiseta, todos nós gostamos de gastar/ comprar.

Falou em gastar ou comprar algo que logo vem uma sensação gostosa de “liberdade” e “independência” não é mesmo?

O problema é quando essa atitude de comprar se torna uma compulsão, o que é conhecido como Oniomania. E que já existem institutos no qual oferecem ajuda para portadores do transtorno de compra compulsiva.

Mas nem quero entrar nesse mérito da questão, pois acredito que esse assunto pode gerar uma longa e boa discussão em um post futuro.

E voltando ao polêmico documentário que assisti, ele tratava da chamada moda rápida, ou passageira ou ainda “fast fashion”, como é mais conhecida.

No documentário é fácil perceber que com a globalização, os negócios se tornaram internacionais, e assim, as grandes marcas de roupas acabam fazendo negócios com países que oferecem o menor preço, visando um maior lucro.

E o legal é que o documentário foi gravado em diversas localidades pelo mundo, procurando apontar os vários impactos da indústria da moda em nossa sociedade “moderna”, sendo uma delas a grande e crescente desigualdade social.

Com fonte de mão de obra muito barata, as roupas acabam sendo confeccionadas nos países subdesenvolvidos. Onde trabalhadores são submetidos a condições de trabalho análogo ao escravo.

Esses trabalhadores são lotados em lugares sem a mínima segurança, o que constantemente causam grandes tragédias, como o desabamento do Rana Plaza em Bangladesh em 2013, que resultou na morte de 1133 pessoas.

E o que as grande marcas de moda argumentam diante desses acontecimentos? “Que estão dando oportunidades de emprego para estas pessoas”. Parece brincadeira!

No entanto, além de trabalharem em locais inseguros e com enormes jornadas de trabalhos, os trabalhadores recebem, em sua grande maioria, alguns centavos de dólares por hora.

De acordo com o documentário, estima-se que 80 milhões de peças de roupas são consumidas por ano no mundo todo, o que representaria 400% a mais do que na década anterior.

E que a indústria da moda fatura 3 trilhões de dólares por ano, sendo o segundo setor que mais polui o mundo, ficando apenas atrás da indústria do petróleo.

O documentário ainda aborda as consequências danosas do consumismo gerado pela fast fashion como o esgotamento dos recursos naturais, o uso de pesticidas e sementes transgênicas para manter a alta produção do algodão, a poluição do meio ambiente e com eles os problemas de saúde.

Ou seja, só ai já temos uma noção da crescente desigualdade social, onde de uma lado temos as grandes marcas, cada vez mais ricas (minoria), e do outro lado temos os inúmeros trabalhadores trocando centavos de dólares para não morrerem de fome, cada vez mais pobres (maioria).

Além dos severos impactos causados ao meio ambiente, devastando completamente com grande parte da fauna e flora.

Contudo, apesar de todas essas informações tristes e deveras preocupantes, o documentário aborda também algumas iniciativas positivas que procuram reverter essa situação.

Iniciativas como marcas de roupas que procuram usar políticas de sustentabilidade e elaborar produtos feitos para durarem, assim como o uso de algodão natural, por exemplo.

Acredito que a moda em si não seja a vilã da história, pois quando a vestimenta, calçados surgiram a muito tempo atrás ela tinha mais função de proteção e utilitário do que apenas sustentar um status.

O que ocorre na verdade são as péssimas escolhas que estamos acostumados a fazer, muitas vezes no automático mesmo sem parar para refletir um pouco.

Afinal, como uma roupa pode custar tão pouco assim? se ela esta custando tão barato para mim (comprador) é bem provável que ela tenha custado muito caro para alguém (fornecedor).

Enfim, o documentário é muito bom e vale muito ser assistido e compartilhado. Nos faz pensar profundamente sobre o consumismo, a responsabilidade socioambiental, o trabalho análogo a escravo, como bem mostrado no documentário, e no modelo econômico que estamos adotando.

É praticamente impossível assistir e não parar um pouco para pensar no mundo em que estamos criando e deixando para as nossas futuras gerações.

E para concluir eu deixo uma frase dita por uma das trabalhadoras das fábricas de roupas entrevistadas no documentário e que me comoveu bastante.

“I don’t anyone wearing anything, which is produced by our blood.”

Em uma tradução livre

“Eu não quero ninguém vestindo nada, que seja produzido pelo nosso sangue.”

Ah, e a propósito o nome do documentário é THE TRUE COST.

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Escolha ser livre.”

 

Estilo de vida

3 motivos para você adotar um amigo que vai te acompanhar pela resto da vida.

Que o cão é o melhor amigo do homem todo mundo já entendeu, o que parece que as pessoas ainda não entenderam é que esse amigo precisa de carinho, cuidados e muito amor. E isso vale para todo animalzinho de estimação.

Para quem mora nas grandes cidades já deve ter percebido a quantidade de animais abandonados que ficam vagando pelas ruas.

Esses animais por não terem acesso aos cuidados adequados acabam se tornando transmissores de doenças, passam frio, fome, sede e estão suscetíveis a maus tratos.

E pensando neste tema tão importante é que vamos discutir hoje 3 motivos para você adotar um amigo.

#1 Ajuda a combater os maus tratos no comércio de animais.

Muita gente nem imagina mas muitos dos animais provenientes de criadouro sofrem maus tratos na chamada “fábrica de filhotes”.

De acordo com uma matéria sobre o assunto do site canal ciência criminais, Muitos dos animais são utilizados como fábrica de procriação, gerando uma ninhada após a outra, até que não servem mais para o criador, quando são vendidos, doados ou abandonados.

Não acredito que todos os criadores de gatos e cachorros de raças sejam assim, mas fica aqui o alerta para que, no mínimo, antes de comprar um animal desses lugares você procure saber as procedências daquele lugar.

#2 Ajuda a diminuir a proliferação de doenças.

E como falado no tópico anterior, os animais que são abandonados acabam vagando pelas ruas, e em muitos casos se tornando vetores de proliferação de zoonoses, que são enfermidades transmissíveis entre o homem e os animais, sendo uma ameaça a saúde e o bem estar da população.

Dentre as principais zoonoses temos a raiva, que de acordo com o site da prefeitura do Rio de Janeiro, é uma doença grave causada por um vírus que acomete o sistema nervoso central dos mamíferos, sendo uma zoonose fatal em quase 100% dos casos.

O site blog do planeta fez uma matéria onde informa que 17 milhões de pessoas não tem acesso a coleta regular de lixo no Brasil.

E de acordo com o site G1 Economia apenas 45% do esgoto gerado no Brasil passa por tratamento. Sendo o restante despejado diretamente na natureza.

Todas essas situações só tendem a agravar o problema dos crescentes abandonos de animais nos meios urbanos e rurais, facilitando a proliferação de doenças.

#3 Você terá um companheiro pra vida toda.

Ao escolher adotar, você vai oferecer não apenas um novo lar a esse animal mas também uma nova oportunidade de viver bem e feliz.

Animais que foram abandonados geralmente demonstram um grande afeto e lealdade aos seus novos donos, pois eles aprenderam que isso ajuda a suprir suas necessidades.

Ao adotar um animal abandonado você esta dando a ele mais uma chance de ter um lar, uma família em um espaço saudável para se viver, já que mesmo com os esforços dos abrigos não se consegue fornecer tudo que é necessário para o bem estar desse animalzinho quem dirá as ruas.

E tenha certeza que o famoso “até que a morte nos separe” pode até ser falho nas relações humanas, mas com os animais de estimação a situação é totalmente diferente. Eles serão leais a você pra sempre.

Escolha ser livre.”

Estilo de vida

5 tipos de economia geradas quando você troca o seu carro pela bicicleta.

Que o trânsito nos grandes centros urbanos está cada dia mais caótico não é de hoje que se ouve falar. E praticamente todo centro urbano que se “preze” tem um trânsito bem caótico. É a famosa “crise na mobilidade urbana”.

Mas a verdade é que não precisa ser assim! (ufa) e pensando em como transformar o atual modelo de mobilidade urbana das grandes cidades, é que engenheiros, arquitetos e sociólogos no mundo todo vem repensando no modo como fazemos uso desse espaço.

E uma das formas para frear essa crescente crise de mobilidade urbana é fazendo mais o uso de meios de transportes alternativos como os coletivos ou compartilhados.

E porque não dizer dela? A bicicleta ou como costumamos chamar de magrela (pros íntimos), que vem ganhado cada dia mais adeptos no Brasil e no mundo a fora.

E foi pensando neste tema tão importante para a nossa qualidade de vida que compartilho com vocês 5 tipos de economia geradas quando você troca o seu carro pela bicicleta. 

#1 Economia financeira. 

Você alguma vez já parou um pouco para pensar na quantidade de dinheiro que você joga fora todos os meses apenas para manter um conforto, ou, o que em alguns casos chega a ser pior, apenas para manter um status!

Neste caso, pare um pouco o que estiver fazendo e faça umas contas nem que sejam de padeiro mesmo e veja os custos que você tem com o seu carro ao longo de um mês, e para ficar mais interessante que tal calcular esse custo ao longo de um, dois ou dez anos?

Gastos com combustível, estacionamento, flanelinha, lavagem, IPVA, seguro, troca de óleo, balanceamento, mecânico, funilaria, retoque de pintura e por aí em diante.

O site Estadão publicou uma matéria sobre esse assunto no qual deu para sentir um pouco do drama do quanto custa manter um carro, no qual é afirmado que o custo mensal para se manter um automóvel pode chegar facilmente a uns R$ 1.000 por mês. E isso considerando um carrinho popular.

Com o uso da bicicleta todos esses gastos ficam para trás. E os eventuais reparos que podem surgir tem um custo muito baixo, ainda mais se comparados com o de um automóvel.

E sem contar no custo que se tem para adquirir uma bicicleta que é bem menor do que de um carro.

#2 Economia de tempo.

O seu chefe, sua namorada ou namorado,  filhos ou amigos estão cansados de esperar por você que chega atrasado em quase todos, se não todos, os compromissos? Então acredito que esta mais que na hora de mudar para a bicicleta.

Porque por mais que você tente se justificar dizendo que o ônibus atrasou, o transito estava engarrafado entre outras verdades, e não meras desculpas, o mínimo que você deveria fazer é acordar bem mais cedo para chegar no horário marcado.

O portal de notícias R7 fez um levantamento nas 27 unidades da federação e descobriu que o brasileiro passa quase 40 dias por ano no trânsito das capitais, sendo os moradores do Centro Oeste os que mais perdem tempo com deslocamentos.

Você já imaginou o que poderia fazer com 40 dias livres? Talvez viajar, passar mais tempo com a família, praticar alguma atividade física, ler um livro, colocar aquela série que você ama em dia ou apenas praticar o ócio criativo (minha atividade preferida).

O fato de não ter que esperar horas sem fim no trânsito lento de nossas grandes cidades te economiza tempo de sobra para você ser mais livre e fazer o que você gosta.

E tempo, meu amigo, é um bem de valor inestimável. Apesar dele ser democrático, sendo igual para todo mundo, independente de raça, genero ou credo, e nos dado como um “presente”, uma vez que ele passa não volta nunca mais. Então, faça bom uso dele.

#3 Economia de saúde física.

O que você acha de trocar a queima de combustível pela queima de gordura corporal?

Pedalar ajuda no aumento de massa muscular, queima de calorias e melhoria da capacidade respiratória. Sabe quando você se mata fazendo spinning na academia dia de terça e quinta? Pois é, agora imagina fazer isso ao ar livre e de graça?

A diferença é que na utilização da bicicleta como meio de transporte, essa atividade não passa a ser um compromisso a mais, como no caso da academia, passa a fazer parte da sua rotina, preenchendo um tempo que antes, geralmente era improdutivo e estressante.

De acordo com o Coach João E. A. C. Júnior, em uma materia da EXAME, tendo como titulo os brasileiros se preocupam com a saúde, mas não possuem hábitos de vida saudáveis, afirma que 80% das ocorrências de problemas com a saúde poderiam ser evitadas com medidas simples de hábitos saudáveis.

Ele comenta que uma caminhada (leia-se pedalada) de 30 minutos é melhor do que uma corrida de 3 quilômetros que a maioria das pessoas não fazem.

Daí você deve esta se pergunta tá bom mas como eu vou economizar saúde? E eu respondo que será justamente através da prevenção.

Pra quem esbanja saúde se cuidando, pouco provavelmente precisará gastar com profissionais da área de saúde, assim como remédios, consultas, exames e internações. Pense nisso!

# 4 Economia de saúde mental

Muito parecido com o ocorre com a saúde física a saúde mental também é preservada. Ela também é muito importante e deve ser cuidada.

E fazendo uma ligação com o último posto do blog sobre entenda a sua raiva e evite bater no amiguinho, uma das maneiras de aliviar a raiva muitas vezes proveniente do estresse, é a prática frequente de atividades físicas.

Hoje mais do que nunca sabemos que o exercício físico é um dos melhores instrumentos usados para melhorar o humor, ele atua até mesmo em indivíduos que estejam depressivos.

A ação dos exercícios físicos influenciam as áreas do cérebro que controlam o estresse e a ansiedade. Isso ocorre devido a um dos hormônios chamado de serotonina, que auxilia no combate a depressão.

Em uma matéria da revista SAUDE da editora abril sobre a doença do século a epidemia de depressão, o psiquiatra Gerard Sanacora, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos afirma  que “o estresse afeta a saúde mental na mesma medida que o tabagismo é prejudicial ao coração”.

Por isso é muito importante controlar o nível de estresse a que estamos sujeitos diariamente.

E ai, que tal você liberar mais hormônios benéficos a sua saúde mental, melhorarando sua capacidade de sentir emoções positivas e evitando doenças provenientes do estresse?

#5 Economia do meio ambiente.

Como se não bastasse todos tipos de economias anteriores ainda temos a economia que proporcionamos ao nosso querido planeta.

Não é de hoje que ouvimos e até mesmo sentimos na pele os efeitos da destruição do nosso planeta. Nunca em toda a história da humanidade se poluiu tanto o planeta como estamos poluindo hoje.

Mas também nunca tivemos tantas iniciativas, conscientização e tecnologias que ajudem a combater, amenizar ou até mesmo a reverter o grave cenário da degradação do planeta, afinal vivemos na era da informação.

Mas sabemos que nem todo mundo tem a viabilidade de trocar o seu carro por uma bicicleta, mas é bom ter em mente que atitudes simples como usar menos o carro, se deslocar mais a pé, usar mais o transporte coletivo ou mesmo o transporte compartilhado já ajudam muito o nosso planeta.

Daí outra vez você se pergunta do que adianta eu não poluir à cidade com uso diário do meu carro se bilhões de pessoas estão poluindo o planeta a todo instante?

Então eu respondo pra você com outra pergunta, você já ouviu falar em corrente do bem?

A corrente do bem nada mais é do que fazer o bem, praticar uma atitude positiva, mesmo que pareça insignificante, mas que vai gerar um impacto em alguém que passará adiante e se tornará uma grande corrente.

As pessoas são boas e querem ajudar. As vezes o que falta são aquelas pessoas que levantem a bandeira da boa vontade e mostrem que atitudes positivas como trocar o carro pela bicicleta pode sim ser uma atitude viável.

Comece hoje a influenciar as pessoas para o bem e economize dinheiro, tempo, saúde e também os recursos naturais, seja poluindo menos o meio ambiente, seja gastando menos os recursos para produções de veículos que só degradam o nosso planeta.

Pense se você realmente necessita ter um veículo particular e se realmente precisa fazer uso dele todos os dias, para toda e qualquer atividade, até mesmo para ir até a esquina comprar um pãozinho francês.

Escolha ser livre”.

Comportamento

Entenda a sua raiva e evite bater no amiguinho.

É natural que você já tenha ficado nervoso em determinadas situações da vida, contudo ter constantemente surtos de raiva poderá prejudicar sua saúde física e mental, e por consequência os seus relacionamentos.

A raiva descontrolada pode indicar diversos problemas como a falta de controle ou distúrbios mentais.

É importante aprender a controlar suas emoções e ficar calmo, não apenas para o seu bem mas também para o bem de todos que convivem com você.

Entender os sinais que o nosso corpo dá é um dos primeiros passos para aprender a controla-lo, haja vista que o sentimento de raiva além de psicológico é também  fisiológico, pois envolvem reações químicas no cérebro.

E uma dessas reações ocorrem com a liberação da Adrenalina.

A adrenalina é um hormônio produzido pelas glândulas supra renais que, dentre outras funções, prepara o corpo para uma ameaça, aumentando os batimentos cardíacos e melhorando seus sentidos.

Esse processo serve para um propósito biológico que seria o de lutar ou de fugir da ameaça detectada.

Dessa forma, toda vez que um sentimento de raiva lhe sobrevier, tente reparar em reações como o seu batimento cardíaco, por exemplo.

Lembra da prática do Mindfulness já comentada aqui no blog? Pois bem, foque nas reações do seu corpo no momento da raiva e reflita o que esta levando você a ter essas reações e como você pode controlá-las e assim evitar surtos.

É engraçado porque nesta semana passei por uma situação chata como esta no trabalho. Um colega meu e eu tivemos uma discursão. Não foi nada sério, acredito eu, até porque naquele mesmo dia à noite ele já estava me enviando memes pelo WhatsApp (risos).

Mas o sentimento que tive no momento da discursão foi de muita raiva. Lembro que eu queria simplesmente fulmina-lo.

Meu coração bateu mais acelerado e meu sangue ferveu, até que virei o jogo completamente no momento em que eu decidi ignora-lo, coloquei então os meus fones de ouvido e comecei a ouvir músicas que me relaxassem.

E foi nesse mesmo instante que eu refleti em toda aquela situação que eu acabei de passar, e reparando nos sinais que o meu corpo estava me enviando achei que tinha sido o melhor mesmo é ignora-lo, ou quem sabe hoje eu teria pego alguma suspensão por ter partido pra cima dele (risos).

Enfim, procure prestar mais atenção nos sinais que o seu corpo transmite em cada situação do dia.

E antes de partir para a briga (verbal ou física) reflita no motivo da sua raiva, pense se ela de fato tem um motivo real, pois no meu caso, conforme comentei anteriormente, não tinha.

As vezes colocar um fone de ouvido e se acalmar é melhor do que levar uma advertência ou uma possível demissão por justa causa (risos).

Escolha ser livre.”

 

Comportamento

Como evitar “pensar na morte da bezerra” com a pratica do Mindfulness?

Alguma vez você já se pegou lendo um livro ou numa conversa com um amigo e do nada você se pega pensando em algo totalmente aleatório? Você se pega no famoso pensando na morte da bezerra (risos).  Mas calma, porque assim como você e eu, existem milhões de pessoas que também pensam na bezerra todos os dias.

Acredito que uma das grandes dificuldades na era da informação seja o controle sobre a capacidade de se concentrar.

Vivemos diariamente bombardeados de tantas informações que é quase impossível mantermos o foco em apenas uma atividade.

Traduzido em português como “Atenção Plena”, o mindfulness se popularizou nas grandes empresas, como a Google, entre funcionários que buscavam um alívio ao estresse do dia a dia, além de ajudar a melhorar as suas capacidades mentais e, consequentemente, a produtividade.

Instituições de ensino renomadas como UCLA, Harvard, MIT e Stanford possuem mindfulness como disciplina em seus currículos acadêmicos, haja vista que existem evidencias que comprovam que quanto maior o nosso grau de mindfulness, maior é nossa criatividade, inteligência emocional e por consequência nosso bem estar.

Tudo começou quando Kabat-Zinn, cientista biomédico em uma palestra proferida no MIT (Massachusetts Institute of Technology) por Philip Kapleau, um missionário Budista, falou sobre o assunto. 

Com o interesse pelo tema, Kabat-Zinn se tornou estudioso sobre o tema, fundando a Clínica de Redução de Estresse na Escola de Medicina do MIT, onde ele adaptou os ensinamentos budistas sobre mindfulness e desenvolveu sua metodologia de intervenção terapêutica: o Mindfulness-Based Stress Reduction (MBSR).

Assim, para se atingir o estado mental de controle sobre a capacidade de se concentrar, utiliza-se de técnicas de meditação, onde o indivíduo deve se concentrar, durante um período de tempo, em determinada objeto, pensamento ou atividade em particular, como exemplo as próprias reações de seu corpo: como a respiração.

A ideia é que ao se praticar o exercício de meditação, a concentração deve ser de modo pleno, aberto e sem qualquer julgamento sobre a sensação observada. É simplesmente vivenciar o momento presente daquela situação.

Existem vários tipos de meditações como fazer uma caminhada ou corrida, ouvir uma música, contemplar uma bela paisagem ou simplesmente deixar o celular de lado enquanto você esta conversando com alguém, focando total atenção a pessoa e mostrando interesse na pessoa.

E caso a bezerra volte a aparecer em seus pensamentos naquele momento mande ela pastar um pouco e volte depressa ao momento vivenciado.

E ai, agora é com você. Comente abaixo quais são os seus métodos de meditação que mais ajudam você a aumentar seu grau de Atenção Plena.

Escolha ser livre.”

Motivacional

5 razões que me motivaram a criar o blog

Há tempo venho pensando em criar um blog. E por acompanhar alguns blogs de independência financeira e desenvolvimento pessoal por alguns anos fiquei ainda mais tentado a criar o meu próprio blog.

E pensando sobre o assunto, cheguei a 5 razões que me motivaram a criar o blog.

# 1 Ser desafiado.

Eu sou o tipo de pessoa que não consigo ficar parado, estou sempre ligado no 220v. Estou sempre fazendo planos e me empolgo facilmente com cada novo projeto.

Acontece que na mesma velocidade com que eu fico eufórico por cada novo projeto, também me desestimulo e vou deixando aquele projeto em segundo plano.

Então criar o blog será um desafio para mim uma vez que deverei ter dedicação para sempre trazer assuntos interessantes ao blog.

Como mencionei anteriormente fazia um tempo que queria criar um blog, mas assim como cria-lo não foi fácil, acredito que manter também não será.

#2 A troca de conhecimento.

Já pararam pra pensar na quantidade de conhecimento que temos disponível hoje? Não é a toa que vivemos na era da informação. Mas se essa troca de conhecimento não for seletivo (de qualidade) em nada nos servirá tanta informação.

Acredito que o verdadeiro conhecimento nos enriquece como pessoa, nos permite transformar o mundo ao nosso redor e nos liberta. Assim, porque não compartilhar com as pessoas ao nosso redor esse tesouro?

“De todas as riquezas. A maior riqueza que possamos ter é o conhecimento.”

Ralf Daniel

#3 Poder ajudar as pessoas.

Como comentei anteriormente, foram várias as vezes em que pude ler artigos de sites/ blogs fantásticos e que me ajudaram a escolher ser uma pessoa cada vez melhor.

Melhor ao me relacionar com as pessoas, melhor com a minha vida financeira (poupar e investir), ou apenas seja me mostrando como fazer uma sobremesa diferentona (risos).

Na internet o céu não é o limite. Inúmeras são as possibilidades. E assim como várias vezes me senti socorrido pelo que li ou vi na internet, acredito que o mínimo que eu poderia fazer é ser grato e compartilhar o que aprendi ou vivenciei com essas pessoas.

“Que o desejo de ajudar ao próximo consiga sempre superar o egoísmo e a falta de esperança no ser humano.”

Andresa M. Vicentini

#4 Empreender.

Nunca acreditei muito nessa historia de ganhar dinheiro fácil  na internet, com valores absurdos entre R$20 ou R$50 mil reais por mês. Acreditava que em muitas dessas propagandas existiam muitos exageros.

Hoje continuo não acreditando (risos), mas mudei algumas das minhas convicções a respeito do assunto e acredito que temos, através da #2 A troca de conhecimento e do #3 Poder ajudar as pessoas, a chance de crescer profissionalmente e oferecer ao mundo nossas habilidades/ serviços, que de alguma forma poderá nos gerar renda.

#5 Fazer o que eu amo.

Vou contar um segredo para vocês. Apesar de eu ser da área de exatas, na época em que fui prestar o vestibular fiquei na dúvida se faria engenharia ou jornalismo.

Apesar de as duas áreas serem bem diferentes uma da outra eu sempre me interessei pelas duas. E depois de muito analisar as possibilidades futuras acabei optando pela engenharia.

Hoje eu posso dizer que sou realizado na minha profissão, mas sabe quando a gente sente falta de algo? Então, acredito que essa necessidade de poder me comunicar através de um blog acabará suprindo a outra metade da minha laranja profissional (risos).

Então é isso pessoal, espero em breve poder postar muitos assuntos de interesse comum para que juntos possamos fazer boas escolhas.

Aproveite e deixe seu comentário, ele é muito importante para mim. Afinal, ele será um dos meus guias para futuros posts.

Escolha ser livre.”