Fazendo escolhas

Finanças

As 3 únicas formas de ficar rico! Será?

Há alguns anos atrás ouvi uma colega de trabalho mencionar que existiam três formas de ficar rico na vida, que seriam (1) nascendo rico, (2) casando com alguém rico ou (3) ganhando na loteria.

Esse pensamento foi algo que deixou com uma pulga atrás da orelha. E mais recentemente essa frase me fez refletir. E me veio a mente “as três formas de ficar rico” e então pensei (1) não nasci rico, (2) ainda não casei (quem sabe ainda tenho chances, risos) e (3) vou ter que começar a apostar toda semana na loteria?

Acredito que depois de refletir percebi que a minha cara colega tem uma ideia de ficar rico(a) um tanto que distorcida. Tanto que com uma certa frequência tem fazia e ainda faz uma “fezinha”.

Confesso que na época até fique preocupado com essa afirmação, e até mesmo cheguei a jogar algumas vezes na loteria, afinal vai que!?  (risos).

Mas com o passar do tempo, na busca por conhecimento e amadurecimento pessoal percebi que (1) existem muitas outras formas de você ficar rico e (2) ser rico e ter riqueza são coisas totalmente diferentes, mas isso já seria assunto para um outro cafezinho.

Por enquanto gostaria de focar apenas nas formas de ficar rico. Como muito provavelmente minha cara colega não saiba existem sim outras formas de ficar rico e uma delas seria empreender, montar o seu próprio negócio.

Talvez essa forma não seja fácil, ainda mais morando no Brasil no qual ainda temos muitos entraves que dificultam empreender, contudo, uma vez que “da certo”, se tem um bom retorno.

Outra forma seria em investir seu “rico dinheirinho” (como dizia meu pai quando eu era criança) nas mais diversas formas de investimentos que temos a disposição (ações, FII, Tesouro, Fundos e etc.).

Não diferente da forma anterior, aqui você também deverá se empenhar, estudar as formas de investir de acordo com o seu perfil e assim a cada dia, conforme seu grau de conhecimento, ser mais e mais ousado (risos).

Temos outras formas também que seriam investir em imóveis, comprar uma franquia (neste caso investir e um negócio de terceiro), fazer os famosos “bicos” tipo trabalhar como motorista do Uber. Tudo com o objetivo de conseguir uma renda extra ou até mesmo de ser a renda principal.

Portanto, acredito fortemente que o mais importante antes de ter mais renda é o quanto você gasta essa renda. Pois conheço pessoas que ganham R$ 30 mil reais por mês e vivem endividadas, já outras que vivem muito bem obrigado com R$ 3 a R$ 5 mil reais por mês.

E esse fato de reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos, leia-se minimalismo é uma boa forma de ser (não ficar) rico nesta vida. Afinal, ficar rico não vai resolver todos os seus problemas, acredite. No fim o que realmente importa é ter paz de espírito, bons relacionamentos, amor e etc.

Escolha ser livre.”

Finanças

Ano novo “casa” nova

Como havia comentado no post anterior sobre Metas, metas e metas… o ano passado foi o ano no qual eu acredito ter dado um grande passo para minhas metas futuras.

E essa meta, mais especificamente falando, é na esfera financeira que eu não creio ser a mais importante de todas mas que infelizmente acaba interferindo sim, muito ou pouco, nas demais esferas da vida.

Então, há mais ou menos uns 5 anos comprei meu apartamento (financiado uma boa parte), dando o meu carro como entrada na época e mais um valor que obtive de um terreno e também de um apartamento que vinha pagando (estava em fase de obras na época) no qual tive que me desfazer.

Esse montante me ajudou a dar entrada e comprar meu primeiro imóvel numa região super valorizada de Curitiba (do ladinho do Jardim Botânico) e ainda de mobiliar todo o apartamento do jeitinho que eu queria (ficou maravilhoso).

Contudo, as elevadas taxas do financiamento me fizeram perceber ao longo dos anos que essa dívida me prendia muito, o que me impossibilitava de sonhar pro futuro. E apesar de a cada dois anos eu poder abater a dívida com o meu FGTS, percebi que mesmo assim teria uns bons anos para quita-lo (ainda estaria preso financeiramente).

E pra completar comecei a ficar ainda mais inquieto (leia-se ansioso) com essa situação quando a quase dois anos resolvi fazer um intercambio de pelo menos um ou dois anos. Qual país escolhido? O Canadá! ❤

Foi então que eu comecei a fazer as contas e, apesar de ter um salário muito bom, a conta não fechava. Pois com as altas taxas das parcelas do financiamento e demais despesas (condomínio, energia, internet e etc) que tinha que pagar via meu sonho de intercambio cada vez mais longe.

E como o próprio nome do site diz, eu tive que fazer uma escolha. Ou eu continuava pagando as parcelas do meu financiamento e quem sabe depois de uns dez ou quinze anos eu faria meu intercambio ou eu faria uma mudança em minha vida para quem sabe no máximo em três ou quatro anos fazer o meu intercâmbio.

Foi quando eu parei e simplesmente escolhi mudar, escolhi ser mais livre. Milhões de ideias me vieram a mente, mas apesar de eu ser um grande sonhador eu sempre tento ter os pés no chão, planejando cada passo. E por isso posso dizer que não fui tão radical a ponto de vender tudo e partiu Canadá.

O que eu fiz foi colocar meu apartamento para alugar e alugar um apartamento menor. Assim já consegui economizar em torno de 1 mil a 2 mil reais por mês. Muita grana não? Imagina quanto não dá isso em anos!?

Feito isso, agora a próxima etapa é reduzir o valor do meu financiamento que é atualmente em torno de uns 2,5 mil reais. Com essas medidas eu já começo até a sentir o friozinho do inverno canadense cada dia mais próximo (risos).

Escolha ser livre.”

Reflexões

Escolha o que perder e o que ganhar no próximo ano

Já há vários anos é bem comum para mim nestes dias tão festivos de final de ano, ao invés de apenas externar alegria, eu me fechar para refletir.

Reflito sobre vários assuntos dentre eles tudo aquilo que ganhei e perdi ao longo do ano. Não que seja uma regra universal ter que perder em algumas áreas para ganhar em outras mas porque nem sempre nesta vida apenas ganhamos ou apenas perdemos. E isso é bem interessante se paramos para pensar um pouco.

Pense bem, quantas coisas ruins perdemos e quantas coisas boas ganhamos ao longo de um ano? Ao longo de uma vida?

Lógico que o contrário também é verdadeiro mas vamos lá, pense comigo novamente, quanto dessas coisas que perdemos ou ganhamos nós temos o poder de escolher o que gostaríamos de deixar ir (perder) e segurar (ganhar mais/ manter)?

Como minha vozinha sempre diz: “Para tudo se tem jeito nesta vida, menos para a morte.”

Então tirando a morte (que geralmente é uma perda, algo ruim) 99,99…% das coisas nós temos o poder de escolher o que perder ou ganhar.

Coisas como deixar ir (perder) um relacionamento abusivo, que ao longo de anos só tem trazido dor e sofrimento a você e a pessoas próximas, deixar ir (perder) aqueles sentimentos de culpa por oportunidades perdidas, escolhas mal feitas, deixar ir (perder) o rancor, o ódio a avareza são coisas que nos fazem muito bem a curto, médio e longo prazo.

Assim também como segurar/ conquistar (ganhar) respeito, amor e carinho das pessoas próximas, segurar (ganhar) amizades verdadeiras, segurar (ganhar) o bom senso, o amor ao próximo, segurar/ conquistar (ganhar) o crescimento pessoal/ profissional.

Então, neste período, me vem a mente tudo aquilo que perdi e que ganhei e porque não dizer também aquilo no qual eu perdi mas que devo reconquistar? É, particularmente, um turbilhão de sentimentos entre tristeza, alegria, medo, frustração, ódio, amor, esperança e gratidão.

Mas são sentimentos e reflexões que me ajudam muito a começar mais um novo ano com metas, planos e sonhos.

O que você perdeu este ano? o que você ganhou este ano? O que você gostaria de perder e o que você gostaria de ganhar no próximo ano? Pare alguns minutos agora, reflita um pouco e Escolha suas perdas e ganhos para o próximo ano.

Escolha ser livre.”