Fazendo escolhas

Reflexões

Viajar é preciso…

Em julho deste ano fiz uma viagem com minha família para o Uruguai. Mas especificamente Montevidéu. Ficamos lá por volta de uns 10 dias, o que deu pra aproveitar e “vivenciar” um pouco da cidade.

Quando eu tiro férias sempre gosto de ir para um local diferente, não para esnobar e dizer que não gosto de repetir lugares mas sim pelo fato do “novo” e do “diferente”.

Pelo fato do desconhecido, algo que me assusta e me encanta ao mesmo tempo. Com isso vem as perguntas: Mas será que vou gostar do local? Como deve ser a população local? A culinária? Dentre várias outras perguntas que acabam me deixando ansioso (preciso de terapia! risos) e empolgado.

Já começo a me planejar meses antes. Vejo passagens aéreas, hotéis, passeios dentre outras coisas como o que levar de acordo com a estação do local. É algo que me deixa motivado e que acaba ocupando minha mente nas horas vagas.

Para o Uruguai não foi diferente, fiz todo o planejamento já no final do ano passado para meses depois embarcamos em mais uma aventura rumo ao desconhecido.

Certo, não foi bem tão desconhecido haja vista que vivemos na era da informação, ou seja, bastava eu “dar um google” ou ver uns vídeos no YouTube para aprender tudo sobre o local.

Mas é ai que nos enganamos, pois não existe melhor aprendizado do que vivenciar a situação, do que praticar o que se aprendeu. Lógico que eu pesquisei antes de viajar, mas posso afirmar com toda a certeza que aprendi milhões de vezes mais simplesmente vivenciando.

Somos seres muito “sensoriais” e isso é muito bom. Afinal como sabemos que o chocolate 80% cacau é amargo e o chocolate ao leite é doce se nunca experimentarmos?

Bom, eu poderia simplesmente chegar aqui e citar milhões de razões do porquê viajar é tão necessário em nossa vida, mas vou resumir simplesmente em algumas palavras que sempre me veem a mente quando viajo: empatia, humildade, resiliência e compaixão.

Viajar expande nossos horizontes, nos faz sair da bolha em que vivemos e nos faz sentir na pele a realidade dos outros. Lógico que isso também depende do tipo de viagem que fazemos, mas no geral acaba nos tirando de uma realidade e nos levando para outra. Basta apenas sermos mais atentos.

Quanto a viagem ao Uruguai? ainda estou correndo atrás do prejuízo na esteira depois de comer tanto doce de leite e alfajor (risos).

Escolha ser livre.”

Reflexões

Metas, metas e metas…

No final do ano passado eu tentei planejar minhas metas para 2019, coisas básicas como perder peso, praticar mais um idioma específico (inglês), ler mais livros, organizar minha vida financeira e etc.

Acontece que o final do ano passou, o ano de 2019 começou e eu acabei executando minhas metas meio que no “instinto” (não recomendo! risos).

Não acho que se deve ter tudo anotado e detalhado milimetricamente sobre as metas, pois, em muitos casos, acaba frustrando as pessoas (assistam ao filme “o pequeno príncipe”). Acredito que um registro simples e sensato já ajuda a dar um rumo na vida.

É como diz o ditado: “quem não sabe para onde quer ir qualquer caminho serve.” E isso é bem perigoso quando paramos para pensar que a vida passa num piscar de olhos e o que deixamos de cultivar hoje não vamos colher amanhã.

Então, entre várias metas “catalogadas mentalmente” uma delas era organizar a minha vida financeira.

Acredito que a esfera “finanças” na vida de qualquer pessoa tem um grande peso.

Não porque o dinheiro complete a pessoa, pois ele não é o “fim” e sim porque ele é o “meio” que proporciona coisas como o de poder passar mais tempo com as pessoas que você ama, ou de fazer o que você realmente ama (Independência Financeira).

Então, ao se aproximar do final deste ano de 2019 percebo que consegui realizar muitas metas com sucesso.

Consegui me organizar financeiramente para realizar outras metas (tema para futuros posts), consegui ler mais livros que nos anos anteriores e consegui perder alguns quilos acumulados das férias anteriores.

E vamos que vamos que o ano ainda não acabou e muito trabalho ainda deverá ser feito.

Escolha ser livre.”

Comportamento

4 passos da Comunicação não violenta para mudar sua vida

Você muito provavelmente já se deparou com situações em que tudo o que você mais queria era matar aquela pessoa que “cortou” você no trânsito, ou talvez aquela pessoa que traiu você com seu melhor amigo(a), nesse caso, acredito que mataria os dois (risos).

Mas calma, antes de você partir para cima da pessoa saiba que existe um jeito de resolver a situação sem que você precise ser preso por, quem sabe, tentativa de homicídio.

Para tais situações existe a tal da comunicação não violenta ou para quem conhece/ já ouviu falar dela CNV (para os íntimos).

Criada pelo psicólogo Dr. Marshall Rosenberg, a comunicação não violenta é ensinada há mais de 40 anos por uma rede cada vez maior de mediadores que desejam intervir e agir através de meios práticos e eficazes em favor da paz.

A CNV se baseia em 4 passos que, se praticados, podem mudar radicalmente as relações interpessoais, seja no contexto familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.

E o primeiro desses passos é observar sem julgar. Observar os fatos sem julgar ou criticar. Ao relatar o que acontece é provável que a outra pessoa escute o seu ponto de vista. Nesse caso deve-se evitar generalizações ou exageros, evitando palavras como “nunca”, “jamais”, “sempre” e etc.

Ao invés de você dizer “você nunca me escuta” você pode dizer “notei que você não tem me escutado nas últimas conversas que tivemos”

O segundo passo é nomear os sentimentos. Neste momento deve-se identificar e expressar com honestidade o que você sente em relação ao que observa como “frustração”, “tristeza”, “mágoa”, “insegurança”, “raiva”, e etc.

Você pode se expressar dizendo “quando você não me escuta me sinto muito frustrado”. Dessa forma ajudará a criar empatia, facilitando a compreensão da outra pessoa sobre você.

Feito isso é hora de partir para o terceiro passo que é identificar e expressar necessidades. Neste momento, toda atenção é pouca, pois é necessário que se observe de fato o que motiva as nossas ações.

Procure identificar quais necessidades estão ligadas aos seus sentimentos como “confiança”, “compreensão”, “inclusão”, “respeito” e etc.

Fale coisas do tipo “quando você não me escuta, me irrito. Gostaria de me sentir ouvido”.

Vale ressaltar que é necessário observar também as necessidades da outra pessoa. Pergunte-se “por que será que ele(a) nunca me escuta?”, “quais são as necessidades dele(a) que querem ser atendidas?”

E por fim, temos o quarto passo que é formular pedidos claros e viáveis. Isso mesmo, neste caso deve-se pedir que determinadas ações sejam realizadas para atender à determinadas necessidades (de ambas as pessoas), devendo para tal ser claro e de preferência usando uma linguagem positiva.

Ao invés de exigir “quero que você me escute!”, peça “gostaria muito que você me escutasse”.

Nesta altura da comunicação é importante verificar se ambas as pessoas saíram com a mesma compreensão da conversa. Questione a pessoa se ela entendeu sobre o que você disse.

É fato que quando se esta de cabeça quente não é fácil seguir todos esses passos da Comunicação não violenta. Mas a prática leva a perfeição. Então, comece praticar hoje mesmo.

Escolha ser livre.”